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quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Bitologista no blog Do Velho Ao Novo!!!!!

Meus amigos, não sei por onde começar a transmitir o que estou a sentir. Mais um sonho meu de vida foi realizado. O Bitologista, o meu primeiro álbum de instrumentais foi postado no blog www.dovelhoaonovo.blogspot.com (DVAN)!!!! Para que tenham uma ideia do tamanho da realização que isto é na minha vida, deixem-me dizer-vos que foi no DVAN que conheci, baixei, escutei, mais de 60% da música que oiço desde 2005. O DVAN é para mim e para milhares de pessoas no mundo o melhor blog de música jazz, funk, soul, hip hop, afro, future soul, punk e por ai em diante mas sempre com uma atmosfera soulfull, jazzy e acima de tudo positiva. Conheci este fantástico blog em 2005, e desde lá, conheci uma infinidade de álbuns, músicos, música em geral que fizeram de mim o produtor que sou hoje.


Sempre fui apaixonado por HipHop com algumas influências Jazz, mas no DVAN, descobri um universo muito maior do que já tinha ideia. Imaginam o que é para mim, entrar no DVAN e ver lá, assim como vi álbuns de nomes como Jamiroquai, ver o meu álbum ali, postado, para todo o planeta terra ver, e com uma boa apreciação. Vou até passar 2 trechos:


"Fantastic Instrumental Hip Hop from Mozambique native Gringo, a guy with a special feeling for dope beats... "


ou pior(melhor) ainda,


"It´s possible to note some 21st Century Soul touches in the sound, always cosmic, a thing that make us easily remember master J Dilla"


É demais para mim, eu fiz lembrar JDilla no DVAN!!!!

Deus, obrigado por tudo,
Tu sempre és maior do que se espera...

Eis o link para o
Post no DVAN:

http://dovelhoaonovo.blogspot.com/2009/08/gringo-bitologista-2007.html


quarta-feira, 22 de julho de 2009

Show da Ivete - Mini Review


Nessas minhas naveganças pela Internet, encontrei esta Review do show da Dra. Ivete escrita pelo Leonardo Zunguene no site mundodafama.com e como nós ca deste lado ainda não tínhamos feito a review, deixo ca passar um cheirinho. Chamo mini-review porque acho que a review é meio tendenciosa. E não toca nos aspectos negativos do espetáculo. Mas percebe-se que o Leonardo tem um profundo conhecimento da matéria e deu para voltara sentir o calor do Africa nakela noite memoravel.

"Sábado promissor depois da velha dica do futebol da base com amigos e irmaos da zona, mais do que esperado o final do dia tava ja garantido com a mana Iveth…. fiz me ao África na expectativa de a alma rítmica, sangue negro e quente de beats sassear.

Noite fresca, movimentação leve da 24 de Julho, vamos cortar os bla bla e lets get to the show.

O show inicio em grande, tipo do principio com sons suaves de modo a espelhar o sangue quente que reside em mim, quando a cena é hip to tha hop…

(ler mais...)

quarta-feira, 15 de julho de 2009

O que é UNDERGROUND?

Saber não ocupa lugar. Temos visto pela nossa cidade e pelo mundo fora muita gente a dizer que é “Underground”, que faz música “Underground”. Mas nós cá deste lado do post, notamos muitas vezes que o termo Underground é usado erradamente. Porquê? Talvez a informação tenha chegado mal. Por isso, decidimos investigar, e trazer para o pessoal todo que não quiser obedecer a ignorância, o conceito exacto e correcto de Underground. Ora Vejamos:

Underground ("subterrâneo", em inglês) é uma expressão usada para designar um ambiente cultural que foge dos padrões comerciais, dos modismos e que está fora da mídia. Muito conhecido como Movimento Underground ou Cena Underground. A cultura underground também pode ser chamada de contra-cultura.




Este é o logotipo mais oficial e conhecido da palavra Underground
O logotipo do subterâneo de Londres.


É chamada de música underground ou música alternativa aquela que desenvolveu um número considerável de adeptos, sem no entanto obter sucesso comercial. Este tipo de música de um modo geral possui pouco ou nenhum apelo de massa, visibilidade ou presença comercial.

O termo também é usado actualmente para descrever música contemporânea de artistas expoentes mas que não pertençam ao mainstream musical, sendo o gênero ou estilo do artista irrelevantes para a determinação do status "underground".

O termo música underground tem sido aplicado a diversos movimentos artísticos, como a música psicodélica movimento de meados dos anos 1960, punk rock e hardcore, hip hop, o rock alternativo, grunge, algumas formas de heavy metal, música eletrônica, e música experimental, além de outros mais.

Estamos entendidos?


quinta-feira, 28 de maio de 2009

A putização da juventude maputense!


Recebi a dias um e-mail que merece muita reflexão. E desde ja, repasso na esperança de que concordem com as sábias palavras do autor desconhecido, como eu concordei.




"Prostitutas sempre houve na nossa cidade. Era uma grupo relativamente pequeno, de moças e mulheres de parcos rendimentos, de familias pobres, que usavam o que Deus lhes deu e a ganância dos homens, para sobreviver economicamente. Ocupavam certos passeios, zonas de certos bairros e bares de certas ruas.

Mais recentemente, o grupo vem alargando-se, em número, em motivações, em métodos e em extractos sociais. E em género. As moças já não se prostituem só para não passarem fome. Prostituem-se para pagar a universidade. Para poderem comprar na Loja das Damas. Para poderem ir ao Coco´s. Já não trabalham só nas ruas, nos bairros da periferia ou nos bares da Rua de Bagamoyo. Passaram a ocupar mesas no Sheikh, no Mundo´s, no Lounge. Já não são pobres moças do subúrbio, são filhas da “classe média” que vivem em apartamentos pagos pelos Srs. Directores, conduzem carros pelos Srs. Directores, viajam à custa dos Srs. Directores. Director aqui representa toda essa classe de homens bem-posicionados, para quem a prova de masculinidade passa pelo número de moças que vivem à sua custa. O facto de serem um bando de otários que acaba por sustentar não só a moça, a família da moça, mas também o namorado da moça, escapa-lhes, de tanto estarem deslumbrados pela sua recém-adquirida nova-macheza, irmã gémea da sua nova-riqueza.

Ao grupo das moças, juntou-se o grupo dos moços. São os que “servem” as kotas. As mulheres dos tais Directores. Abandonadas no lar familiar - os maridos estão sempre nas sextas-feiras do homens, bebem tanto que já são impotentes, e gastam o Viagra e o Enzoy apenas para provar às suas mocinhas que ainda são homens, e com extra cash com que os maridos compram a sua permanência no lar, saiem em busca dos moçoilos jovens, altos, fortes e sempre sedentos de cash para sustentar os vícios, as namoradas, os fins-de-semana, as roupas, os celulares da moda, etc. A kota paga cash, mas também paga o ginásio, os cursinhos, etc. Em troca, recebe a ilusão de satisfação e prazer. Uma minoria, mas crescente, desses moços já recebe carros, apartamentos e viagens ao estrangeiro.

Um fenómeno mais recente são os jovens que se vendem a sectores da comunidade gay. Este é o grupo mais prostituto. Pode argumentar-se que os outros fazem por dinheiro e benefícios materiais o que regularmente fariam na sua vida do dia-a-dia: sexo com o sexo oposto. A maioria dos jovens que se vende a membros da comunidade gay não tem apetências sexuais por homens.. Mas, hoje em dia, por dinheiro, pela quantia certa de dinheiro, vale tudo. If the price is right... Alguns tentam manter uma risível aparência de dignidade masculina, dizendo: “eh, pá, eu só dou, não levo!”. Outros, pela quantia certa, entregam a boca e o cu e tudo o mais que o master quiser comprar. If the price is right... E até trazem outros bradas para a jaula do leão, se for preciso. Viram recrutadores. A troco de comissão. Viram os cafetinos de estimação. Têm direito a whisky, onde os outros só bebem cerveja. Têm direito a emprego, onde os os outros só recebem envelopes de dinheiro. Têm direito a cursinho, onde os outros só levam dinheiro para o fim-de-semana no Coco´s.

Infelizmente, esta minoria da comunidade gay que usa o poder do livro de cheques para adquirir a satisfação que é incapaz de conquistar por mérito próprio, essa busca interminável e inatingível do garanhão perfeito, está a criar não só um ambiente insustentável para o resto da comunidade, como emporca-lha a reputação da comunidade.

Hoje em dia já é comum para qualquer caça-centavos desgraçado, qualquer aspirante a menino bem, chegar perto de alguém que ouviu dizer ser gay e perguntar: “ouve lá, pá, quanto é que me pagas para eu te fuder?”! “És gay? Quanto pagas?”! Pagar o quê, para quê? Como se fosse a coisa mais óbvia que (1) todo o gay está tão desesperado por homem que fode com qualquer um que lhe apareça à frente e (2) todo o gay paga dinheiro por sexo e só consegue sexo por dinheiro. A situação está de tal modo, que até gays de condição económica inferior já começaram a fazer por dinheiro aquilo que sempre fizeram só por prazer. Basta que o outro gay tenha aparência de melhor posição sócio-económica. É a reprodução do modelo prostituto hetero dentro da comunidade gay.

E assim vai a putização da nossa juventude!"

*Autor desconhecido (artigo propagado por email)

sábado, 16 de maio de 2009

Reviews da Backup


Amigos, vamos agora dar início a uma nova página na história do nosso blog. Nos últimos anos o n.º de álbuns de música lançados, subiu muito, isso é óptimo. Mas até que ponto para nós esses álbuns são bons? Tá claro que a opinião e relativa, o que para nós é bom pode ser a pior coisa para outros. Nessa ordem de ideias, nós como fãs incondicionais de música, decidimos fazer os nossos “Reviews” as nossas análises e classificações dos álbuns. Vamos dar a nossa opinião sobre tudo o que escutarmos de acordo com as nossas maneiras de ver e ouvir os álbuns. Não pretendemos desmoralizar nem escovar ninguém, queremos sim, dizer o que achamos, com total imparcialidade. A nossa opinião é a nossa opinião, pode agradar ou não mas é a nossa opinião. Não queremos que ninguém fique com alguma mágoa ou sentimento parecido por nós não acharmos os álbum bom. O que iremos postar aqui, é altamente imparcial repito.

Iremos fundo nas nossas análises e classificações, a classificação será sempre justificada pela análise. Daremos sempre que possível o nosso parecer não só e termos de crítica mas também em termos de solução. A classificação varia de 1 á 10, 1 é um álbum que não precisa nem ser pensado, 10 é uma obra para ficar na história. Os nossos critérios de avaliação são vários, só para citar: a letra, capacidade lírica, habilidade com rimas, abstracção, habilidade ao repar, estilo, delivery, produção, encaixe da letra na produção, criatividade, mistura, masterização, capa e por aí em diante. De início, iremos fazer reviews de álbuns de Rap, Soul e R&B de Moçambique e do mundo.

Como já muitos álbuns que merecem uma análise foram feitos, iremos também recuar no tempo e analisar o que passou. Estamos a falar de álbuns como “Era Uma Vez” da DRP, “Babalaze” de Azagaia, “Atenção Desminagem” da extinta Kandonga, “Mic Check” de Point Blank, Dama do Bling...e por aí em diante. Feitas as apresentações, nada mais nos resta senão dar por aberta a época das Reviews da Backup!

terça-feira, 12 de maio de 2009

Moz Hits


Amigos...como vocês já estão cansados de saber, nós postamos tudo que achamos interessante. Desta vez estamos cá para dar-vos uma dica sobre um website. O MozHits, é um site feito por Moçambicanos, jovens como todos nós (atenção juventude não esta na idade mas sim no espirito), ligado ao vastíssimo que ultimamente te dado que falar a toda sociedade Moçambicana, tema esse chamado "Música Moçambicana". É isso mesmo, o MozHits é um site que fala de tudo relaçionado a música Moçambicana (claro, dentro dos limites alcançáveis), notícias, eventos, fã clubes, entrevistas, fotos, videos, epa, não vale à pena estar aqui a falar se podes ir lá e conferir. A dica está dada, mas antes de parar de escrever, devo dar os meus parabéns a equipe que está por detrás do site, está bem feito, é bonito e estavmos mesmo a precisar. Meus caros amigos, suportem iniciativas com estas, só nós poderemos dar o valor que queremos ver nas coisas que gostamos. Abraço.





quarta-feira, 1 de abril de 2009

Coisas que só posso dizer hoje: 1 de Abril


Aló Pessoal Hoje recebi um mail de um grande amigo meu, que me pôs a abanar a cabeça positivamente, a medida que o fui lendo. Nunca vi tanta verdade junta. Leiam, é de mestre.


Coisas que só posso dizer hoje:

A Luisa não é tão feia assim, as pessoas é que exageram.
O Armando enriqueceu com patos, sim senhor!
O Mc Roger canta bem e a Lizha James nem é boa, acho que o Bang dá conta daquilo.
Entendi todos os quadros de Malangatana que ví em toda a minha vida.
Eu casava com a Mutola mesmo que ela não fosse rica.
As mesmas pessoas que exageram com a beleza da Luisa, exageram com as narinas do Eneas e com a burriçe do Afonso.
A rede da Mcel é uma maravilha, sempre fui bem atendido no BIM e recebo bem por trabalhar lá.
Os Mambas não jogaram nada de nada, os Nigerianos é que mereciam ganhar.
O Fred Jossias é um excelente apresentador, deviamos ter mais programas como aquele.
Nunca estive na ex. rua Araújo e actual avenida do Bagamoio.
Leio muito, e quando leio o Mia Couto me irrito com a linguagem clara que ele usa. Também percebi tudo o que ele disse desde sempre.
Quando o preço da cerveja subiu, fiquei feliz por se estar a fazer justiça ao trabalho da CDM, não me irritei, nem me preocupei de nenhuma maneira.
Sou o típico homem moçambicano (candidatem-se meninas), fiel, atencioso, sensível e extremamente carinhoso. Nunca irei trocar uma conversa com ela por um copo, dois muito menos.
Prefiro um bom carapau frito e mergulhado em água e sal com tomate, a um frango à zambeziana na braza quentinho.
Couve caí bem 3 vezes por semana, tem fibra!
Nunca entrei nessa de enviar mails para sei lá quantos amigos, por isso não reenvie este, nem que te faça rir um pouco.

Abraço!

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Pessoal esta semana passem pelo Cinema XENON


Alô Pessoal. Eu sou o Kaëtus e hoje não estou aqui para falar-lhes de jogos, emuladores ou consolas. Mas sim de uma das minhas maiores paixões, o cinema... E a razão disso é muito simples, algo esta acontecer esta semana no cinema Xenon que poderá mudar a vida de muitos, como eu acredito que mudou a minha. Wall-E um filme de animação produzido pela Pixar (Toy Story, Finding Nemo, Ratatui) e distribuido pela Disney, uma parceria que já remonta desde a década de 90 e parece que ainda vai perdurar por muitos anos.

WALL-E

Muitos são (em Moçambique e África no geral) os que acreditam que assistir qualquer tipo de filme de animação é pura perda de tempo “coisa de crianças” pra esses vão os meus Pêsames. Outros porém são os que dizem que gastar dinheiro para ir ao cinema é perda de dinheiro que se podia investir num DVD pirata a venda em qualquer das artérias da nossa Cidade. Para esses vai o meu ¥¤ÐÆÝÜęøŒŠǽ e também ǼǾΩΨξЩљњffl. Eu regozijo-me de não pertencer ao grupo dos gajos que fazem essas ΩΨξЩ.

WALL-E

Falar de cinema para mim é uma coisa tão emocionante que quase me caiem lágrimas. WALL-E levou-me a uma nova dimensão que foi das maiores (senão a maior) aventuras Cinematográficas que já pude viver em frente da grande tela Branca. A sério… Isto pode parecer um bocado estranho para muitos mas o pequeno Wall-E cativou-me ao extremo e fez-me sentir uma enorme alegria em curtir um filme e esquecer todos meus problemas terrenos e simplesmente penetrar no imaginário dos homens da Pixar. Algo que já não acontecia a muito… muito tempo.

WALL-E

Apesar de ser uma animação eu realmente penso que WALL-E devia levar o Oscar de melhor filme do ano. Não só pela sua beleza externa como grafismo música e história. Mas desde a sua concepção foi feito para ser acarinhado e apreciado como uma obra de arte. Existe nele uma grande mensagem para o mundo, o filme transborda emoções por toda parte… Foi a primeira vez que tive vontade de chorar a assistir uma animação. Gringo por outro lado borrou-se todo J.

O filme que retrata a historia do nosso mundo no futuro, soterrado pelo lixo da humanidade. Sem alternativas, os humanos tiveram a ideia de partir num cruzeiro galáctico de luxo na estação espacial Axiom e enquanto isso um grupo de robôs teria de ficar na terra a recolher o lixo que os próprios seres humanos tinham deixado. A ideia era de retornar em 5 anos, porém mesmo depois dos 5 anos as condições de vida na terra eram ainda não favoráveis e os humanos nunca mais retornaram.

WALL-E

Esses robôs identificadas como WALL·E (Waste Allocation Load Lifters - Earth-Class), não suportaram as condições precárias em que se encontrava o planeta e acabaram por deixar de funcionar.

WALL-E

Um único exemplar de WALL·E, no entanto, continua a funcionar, porque desenvolveu a técnica de canibalizar as partes de seus companheiros desactivados, ou seja, sempre que um braço ou roldana do seu corpo se encontrava obsoleta ele retirava de outro WALL-E qualquer que se encontrava desactivado e assim ia vivendo. E passa a vagar pelo planeta realizando a tarefa para qual ele foi programado a fazer, e por 700 anos ele trabalha sozinho coleccionando inúmeros artefactos que encontra durante a limpeza.

WALL-E

O mais incrível da história é que nesse espaço de tempo, o pequeno WALL·E desenvolveu consciência e personalidade. Seu interesse pela cultura de um povo que ele nunca encontrou só cresceu, assim como seu respeito pela vida, que ele conhece apenas na forma de uma baratinha, sua companheira de estimação, Spot. WALL-E não fala mais de 5 palavras em todo filme mas ele consegue dizer tudo que é necessário dizer.

WALL-E

E mais não digo...

Veja o trailer e clique nas imagens para ampliar.

De que Estas a espera??? Vai ja comprar o teu Bilhete!






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sexta-feira, 17 de outubro de 2008

História - Sega Master System


Lançado inicialmente no Japão em 1986, ele enfrentou grandes dificuldades devido a forte concorrência do Famicon da Nintendo.A Nintendo possuia contratos de exclusividade junto as produtoras de jogos, que não permitia que elas produzissem jogos para nenhum outro aparelho, fazendo com que o Master System dependesse somente dos lançamentos desenvolvidos pela SEGA.

O baixo sucesso no Japão não evitou que a SEGA lançasse o Master System no resto do mundo. Nos Estados Unidos o domínio da Nintendo também era muito grande, e logo a SEGA vendeu os direitos de comercialização do Master System nos EUA para a Tonka, mesmo assim a popularidade do aparelho só foi diminuindo. Em 1990, após o lançamento do Sega Genesis, a SEGA recuperou os direitos de comercialização do Master System nos EUA e lançou uma versão com um novo desenho, chamado Master System II. Esse novo modelo era mais barato, mas por outro lado foram removidos o botão de Reset e a entrada para óculos 3D, impossibilitando a utilização desse acessório em alguns jogos. Além de não possuir conectores de áudio e vídeo, sendo possível conectar o aparelho a TV apenas por cabo RF, que possui uma pior qualidade de imagem e som.

Na Europa a história foi diferente. O Master System foi bem aceito e se tornou muito mais popular que o console da Nintendo. Diversos desenvolvedores europeus produziram jogos para o Master System, e o aparelho teve suporte da SEGA Européia até 1996 (em contraste a SEGA Americana, que desistiu do console já em 1992). Para se ter uma idéia, os jogos de arcade da Sega convertidos para o Master System faziam tanto sucesso na Europa que a Nintendo se viu obrigada a conseguir a licença e lançar por lá (pela empresa Tengen) versões de vários desses games para seu console Nintendo. Evidentemente que a qualidade desses títulos não chegavam nem perto das versões para o Master System. Alguns exemplos são: Shinobi, After Burner e Out Run. O sucesso do Master System se repetiu também na Austrália, um mercado que toma como base o mercado europeu.

No Brasil se repetiu a situação da Europa. O Master System foi produzido e vendido pela TecToy a partir de 1989 e atingiu um grande sucesso. O Master System lançado pela Tec Toy era o mesmo modelo vendido nos Estados Unidos. Já o Master System II produzido pela TecToy possuía o mesmo desenho do primeiro mas era mais barato e vinha com outros jogos. A Tec Toy ainda lançou o Master System III Compact, que possuía um novo desenho (o mesmo desenho do modelo lançado como Master System II nos EUA e Europa), e diversos modelos portáteis chamados Master System Super Compact, inclusive uma versão rosa desenvolvido para garotas. Além disso, a TecToy desenvolveu alguns jogos exclusivos para o mercado brasileiro(como versões da série Wonder Boy, estrelados pela Turma da Mônica) e converteu diversos jogos lançados para o portátil Sega Game Gear para o Master System, aumentando ainda mais a biblioteca de jogos disponíveis. A Tec Toy ainda comercializa o Master System com diversos modelos novos, que já vem com jogos instalados na memória.

Sega Master System no Japão/Coréia é conhecido também como "Mark-III" contendo a adição do chip "FM YM2413", sendo "Outrun" o primeiro jogo a usa-lo para gerar sons (em vez de utilizar o SN76489) quando este é devidamente detectado. Mas vale salientar que em 1987 a Sega também lançou no Japão a versão 'internacional' do console, com o mesmo design e o mesmo nome com o qual ficou famoso no resto do mundo: Sega Master System.

O fracasso do Master System nos EUA e Japão levou a Sega a grandes estratégias para fazer seu mega Drive bem-sucedido nesses mercados (e também no Brasil e Europa).

Características

O Master System original aceita jogos em cartuchos e cartões. O tamanho máximo de um jogo em cartão é de 32KBits, enquanto o maior jogo lançado em cartucho possui 8MBits. O suporte a cartões foi abandonado nas versões posteriores do aparelho.

Existem diferenças entre o Master System original lançado no Japão e o modelo comercializado no resto do mundo. No modelo japonês o slot de cartuchos é de tamanho diferente, no lugar do botão RESET existe o botão RAPID FIRE (que ao acionado habilita a repetição automática das ações ativadas pelos botões dos controles), existe uma entrada para o plug do óculos 3D que dispensa assim o uso do adaptador, e vem com um chip de som FM (YM2413) que possibilita músicas muito mais elaboradas (infelizmente esse chip foi removido na versão vendida no resto do mundo). Excluindo essas diferenças, visualmente o desenho do aparelho é idêntico à versão lançada no resto do mundo. (OBS: O design do Mark-III, porém, era completamente diferente).

Apesar da diferença de tamanho do slot de cartuchos entre o aparelho japonês e o aparelho lançado em outras regiões, é possível rodar os jogos lançados no resto do mundo no aparelho japonês, desde que se construa um adaptador. O contrário já não é possível, pois os jogos disponibilizados no mercado Japonês não possuem um cabeçalho que é requerido pelos Master System lançados fora do Japão. Existem projetos caseiros que resolvem esse problema, mas envolve alterar a Bios do Master System, uma operação as vezes complicada para usuários sem experiência com eletrônca.

Acessórios

  • Sega Control Pad: controle padrão. Possui apenas dois botões (1-Iniciar e 2) e o direcional.
  • SG Commander: Um controle diferente do original, possui função turbo (número 3021)
  • Control Stick: Controle em forma de manche, disponível com o jogo OutRun ou sozinho (número 3060)
  • Handle Controller: Controle para jogos de corrida e aeronaves (número 3041)
  • Sports Pad: Controle estilo trackball, usado em alguns jogos de esporte (número 3040)
  • Óculos 3D SegaScope: Óculos que dão a sensação de ambiente 3D em alguns jogos (3073)

Master System III Super Compact: console sem fio brasileiro

Master System III Super Compact: console sem fio brasileiro
  • Sega Light Phaser: Pistola para jogos de tiro (número 3050)
  • Rapid Fire: Adiciona função turbo ao controle (número 3046)

Observações: Alguns acessórios só foram lançados na Europa, outros somente nos Estados Unidos. O acessório Rapid Fire vendido no Brasil não possui as duas chaves para ligar/desligar a função turbo.

Especificações

  • CPU: Zilog Z80 8-bit 3579545Hz em PAL/SECAM e NTSC
  • Gráficos: Chip customizado da SEGA baseado do modelos Texas Instruments TMS9918/9928 com várias adições
  • 384 Kbits ROM, jogos usam método de mudar páginas (cada página é 128Kbit) para ter acesso a toda a área do cartucho
  • Som: Texas Instruments SN76489 4 canais mono (chip FM YM2413 disponível apenas no aparelho Japonês)
  • 64 Kbits (8KB) RAM
  • 128 Kbits (16KB) Video RAM
  • 32 cores simultâneas de 64 disponíveis (pode também exibir 64 cores simultâneas com certos métodos de programação)
  • Resolução de tela de 256x192 (Alguns modelos podem suportar outras resoluções além desta)
  • 3 geradores de som quadrado + 1 gerador de som ruído-branco
  • 1 slot para cartuchos
  • 1 slot para cartões (descartado em modelos posteriores)
  • 1 slot de expansão (não usado fora do Japão)

Jogos Famosos

Alex Kidd in Miracle World - Alex Kidd tornou-se mascote do console (e da companhia) e o jogo chegou a vir na memória (no Master System II brasileiro e nos primeiros modelos do Master System III)

  • Astro Warrior;
  • Double Dragon - conversão dos arcades deste clássico dos games de luta de rua;
  • Fantasy Zone;
  • Hang-On;
  • World Cup Italia '90;
  • Kenseiden;
  • Out Run;
  • Phantasy Star - É o melhor game para Master System e deu origem à série de RPG da Sega, em resposta ao Final Fantasy da Nintendo;
  • Safari Hunt;
  • Shinobi;
  • Snail Maze- Labirinto incluído na Bios do sistema. Acessado apertando Cima, 1 e 2 sem nenhum jogo no console;
  • Sonic the Hedgehog - port do 1o jogo de Sonic para Mega Drive
  • Sonic the Hedgehog 2 - estréia de Tails, lançado antes da versão do Mega Drive.

domingo, 23 de março de 2008

Beats do Bitologista à Venda!

O Bitologista foi um álbum de beats de Gringo lançado por nós aos 21 de Dezembro de 2007. Um álbum de Hip Hop e Nu Soul, sempre com influências jazz. Pois é, depois de ouvidos e aclamados positivamente, decidimos por os beats ao dispor de quem queira gravar algo neles ou obter direitos sobre o beats. As propostas podem ser enviadas para o mail: edsongringo@hotmail.com, ou para o número 820423990. Se um beat tocou-te de alguma forma e queres fazer algo mais com ele, contacta-nos, podes compra-lo!


DOWNLOAD

sábado, 15 de março de 2008

Gringo meets Reason!



Caríssimos, eis aqui uma notícia que não faria sentido se fosse dada a uns 2 anos atrás.

Todos os nossos amigos, colegas de produção, e músicos em geral sabem que Gringo é um nativo do Fl Studio e que de lá não sairia sem um motivo espectacularmente forte.
Mas o facto é que esse dia chegou.


Fruity Loops (clique na iamgem para aumentar)

Gringo é o mais recente usuário de Reason e os motivos são os seguintes, o Fl Studio é uma maravilha e não deixou de ser, mas para o estilo de produção de Gringo (tocar instrumentos virtuais a simular reais) o FL tornava-se cada vez mais e mais apertado, isto porque para ter um som fiel do Rhodes MKI ou MKII, Gringo tinha que importar plug-ins pesadíssimos para o FL, isso consumia muita memória, muito CPU e com os resources disponíveis isto tornava-se muito complicado.
Reason (clique na iamgem para aumentar)

Pois é, com o passar do tempo e depois das férias de Gringo (2 meses sem produzir), a investigar e aspirar novas coisas, Gringo decidiu investigar o famoso Reason. E o resultado é positivo, o Reason tem uma base de dados de sons realísticos quase absurda.


Reason (Em funcionamento)

Note-se bem, não estamos aqui a dizer que o Reason é melhor que o FL Studio, o que queremos explicar é que tudo depende do que o produtor quer fazer e que estilio de produção lhe assiste (sampl-based ou playing instrument-based). Futuramente aqui no blog, o primeiro beat que Gringo produziu no Reason.

terça-feira, 27 de novembro de 2007

Diario de um Bitologista

O Começo
O início do album, o começo, uma responsabilidade muito grande para este beat feito já á algum tempo (2004!). Inicialmente designado pra ser o Intro do não concluido nem iniciado projecto "Preserve the Music", projecto esse que foi ideia minha, de Simba, 1st Class e outros que pretendiam já nakele tempo fazer um album Jazzy, made in Mozambique e produced by Gringo! Quando me sentei no FL, já sabia que tinha que tornar reais as nossas referências nakele tempo (Nicolay - City Lights Vol.1), o movimento e atmosfera em loop do baixo deste beat foram baseados no Intro de Nicolay. Daí fez-se luz, o mais predominante som do beat surgiu lá no fundo da imaginação (quem diria que este seria um som que iria tocar de sobremaneira o O´Clocker), acompanhei-o com um orgão meio analógico e meio digital, adicionei-lhe futuro com uns "trlimmm" no princípio do beat, apresentei-lhe á sua majestade strings de orquestra pra tornar maior á coisa e prontos... Ali estava o começo de um album que continua a começar coisas...com feeling, referências, técnicas de música electrónica e swing, apresento-vos o Começo!!!
Gringo...always music!
30 Outubro 2007
9:03
Out!


Janeiro
Provavelmente um dos melhores beats dos finais de 2004, um bom swing com um groove altamente melódico. Caixas inspiradas no intro de Nicolay do City Ligths Vol.1 (é verdade este intro foi uma pancada muito forte no fanatísmo que me assistia naquela altura) , o resto foi inspiração momentánea. Soulfull, Jazzy e sempre no Swing...Facto incrível é que este beat foi feito apenas com sons do FL, nem uma caixa, nem um Kick nem um prato de fora, todos os keyboads podem ser lá encontrados. Sinceramente, se o Didier Dambrin (o criador do FL Studio) soubesse o que ele fez com a minha vida...
Música...Amor...Vida
Gringo
Algures em 2005...


Bitologista
Guff, guff, Ca, guff, guff, guff Ca... Bitologista, uma cena especialmente dedicada a esta era de beats, uma batida arrojada, bem grooove, bem nice e altamente contagiante... Primeiro foram feitos os Drums, no dia 1 de agosto de 2006 (dia bom, passeio de manhã, namoro á tarde e beat á noite), tava-se a fazer um plano de comprar uma pizza no mimos, eu tava a espera do SoEddy (O´Clocker) para ir compra-la e decidí sentar e fazer o que já queria fazer a um tempo... Dilla esteve de certeza aki ao meu lado enquanto saíam os sons, foi tudo muito automático, animou e nem sei justificar de onde veio isto tudo...Acho mesmo que ele estava aki ao lado a sussurrar-me nos ouvidos (Esse Bass não tá nice, aumenta o feeling com um piano melodioso...")
Uma obra de arte...sem precedentes na minha história bitìstica!
Gringo
5 Agosto de 2006...
Eix...amanhã Tania faz anos...hehehe.

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Novidade - www.TheBackupUnit.forumotion.com

FORUM BITOLOGISTA


Chegou a tua vez de te Exprimires

Discuta sobre o bitologista com outros usuários em tempo real.
Coloque as suas dúvidas e ideias sobre o álbum para debate.

Crie os seus próprios posts e diga-nos o que esta errado ou o que gostaria de ver aqui exposto.

Inscreva-se e habilite-se a ganhar um Cd autografado por gringo para além da vantagem de saber das novidades do blog no seu E-mail.

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sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Factos Curiosos Do bitologista

- O beat mais antigo do bitologista (Healty) foi produzido em 2002, quando Gringo comprou o seu primeiro computador, que por sinal foi o quarto Beat produzido por Gringo.


- O Bitologista foi inteiramente produzido num computador que nunca ultrapassou 512MB de memória 120GB de espaço 3.2 de Processador e sem placa de som dedicada… Somente a Onboard.


- As fotos do Album, foram captadas em 2 dias por Francus_Caetus, mais de 600 fotos foram tiradas, menos de 20 fotos foram usadas para o album e cada foto sofreu um trabalho digital por Gringo de mais de 2 Horas.


- Inicialmente o album previu a participação de Hawaiiu (Eulalia Hortencia) e Fidalgo (Fabio Ferreira), só que, a Hawaiiu foi para o Fama Show e Fidalgo por motivos de força maior não pôde participar.


- Todas as reuniões marcadas para os assuntos do álbum falharam, excepto as que ocorreram ocasionalmente, em pubs, restaurantes, em baixo dos prédios, nas esquinas, com joysticks nas mãos, nos intervalos dos filmes, enfim…

Fabio Ferreira (Fidalgo), Francisco J.C. de Sousa (Francus_Caetus), Helder Chamba (The O'cloker), Edson João (Gringo)


- O Blog que é actualizado quase diariamente é de 4 pessoas que não tem acesso à internet à tempo inteiro.

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Uma Luz numa Coca-Cola (O Surgimento da Ideia)

Música para nós é um ar tão indispensável quanto o ar que respiras, dois de nós (Fidalgo e Gringo) fazem Rap com influências e pedaços de Soul e Jazz, juntos eles formam a dupla F&G. A F&G têm algumas músicas gravadas, todas fruto de um transbordar de sentimentos que nos assistem nos nossos dias debaixo do Sol. Gringo é quem faz as instrumentais, os dois escrevem, repam, e assim se fazem as músicas da F&G. Desta mesma maneira a F&G afirmou-se em Maputo como uma dupla diferente pelas letras positivas, lights e cheias de rimas, jazzificada pelo tom e notas musicais das instrumentais e extremamente homogénia.


As produções de Gringo têm algum reconhecimento positivo na cena Hip Hop e Soul em Maputo, alguns nomes já conhecidos e outros não, das duas vertentes já depositaram o seu crédito vocal nos beats dele, sempre com alguma admiração por parte de quem gosta do estilo meio jazzificado do Hip Hop e não só.


Num destes dias sentados num destes cafés, restaurantes e lanchonetes da adorada 24 de Julho, em plenas 12 horas, no intervalo das nossas funções normais dos dias laborais, a tomar uma Coca-Cola, surgiu de um gole a ideia de juntar alguns beats de Gringo e fazer algo mais organizado para aqueles que já apreciam o nosso estilo e tambem para aqueles a quem os nossos sentimentos musicais possam vir a despertar algo de bom. Prontos, tava decidido, iriamos fazer um album de beats do Gringo. A ideia saiu de imagem desfocada nas nossas cabeças para o nosso ideal para 2007 com a mesma rapidez que as garrafas de Coca-Cola se esvaziaram! Bitologista!